Que saudade da minha vó: um livro sobre saudade e afeto


Quando a gente sente saudade da nossa vó a gente sente saudade de um lugar, de um cheiro, de uma comida, de uma risada, de um almoço, de um calor e até mesmo de uma bronca, além, é claro, de mais de um zilhão de outras coisas que a gente nem sabe, mas sente saudade.


Mas, todas essas coisas aí juntas, cabem dentro do abraço da nossa vó e ainda sobra espaço pra outro netinho que quiser aparecer.


Aliás, a nossa vó já é nossa vó antes mesmo da gente ser neto dela. Que doideira, né?

Mas é isso mesmo e sabe por que?


Porque a nossa vó é um mundo… na verdade, eu acho que ela é muito mais que um mundo, que uma galáxia, que um universo, que um mar, ela é a incrível, sensacional, maravilhosa... vovó!


Esse livro é um monte de beijo na vó de todo mundo.

Aliás, um beijo vó, te amo!


Mulambö


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A autora


Maíra Oliveira é filha da chiquita-bacana Rozinete e mãe do Pedroca. É artevista da palavra, atuante principalmente em Audiovisual, Educação e Teatro. É membro-fundadora do Grupo Ujima - Literatura Negra Infantojuvenil e autora das peças “Yabá: mulheres negras” e “Duas Fridas”. Também é autora do livro “Mari, a sementinha” (Nandyala, 2018) e co-autora dos livros “Vértice: escritas negras” (Malê, 2019) e “Favela em mim” (Oríkì, 2019), dentre outras obras coletivas.


O ilustrador


Renato Cafuzo nasceu em 1988. Cria do Complexo da Maré, Zona Norte do Rio de Janeiro, é designer, artista gráfico e pai da sagaz Sophia, a quem dedica seu entendimento de que falar sobre raça, gênero, autoestima e território não deve ser assunto só de adultos. Por isso, ilustra histórias com o desejo de encantar e fortalecer as pessoas, impactando suas vidas o mais cedo possível. Fã de quadrinhos, cinema e desenhos animados desde pequeno, é também youtuber no canal Nigeek, onde fala sobre super-heróis negros na cultura pop.